Como minha newsletter no Substack me deu uma renda de R$5 mil por mês | Nectar Semanal #4
+ Como criar uma fórmula para escrever anúncios vencedores sempre?; Analisando uma copy de 11 milhões; gancho da semana (a validação do formato).
Na nectar letters dessa semana você vai ver:
Eu respondendo a pergunta que eu deixei de fora na última edição (Como criar uma fórmula para sempre escrever anúncios vencedores?)
Essa é a minha centésima edição da minha newsletter: o que eu aprendi e conquistei por causa desses textos?
Uma das melhores aulas de Bencivenga acabou de sair no meu projeto de Youtube.
Um gancho repetido em um anúncio que já provou que deu certo.
Isso é a vivência de um copywriter na maior empresa de direct response do Brasil. Se gostar de copy, marketing e vendas para público-frio já assina a newsletter aí. É grátis!
Como criar uma fórmula para escrever anúncios vencedores sempre?
Na verdade existe uma fórmula quase matemática para isso e eu não estou falando de métricas, de CTR, Hook Rate nem nada disso.
Na verdade, essa fórmula matemática se encontra antes de você escrever a primeira linha do seu anúncio.
Você tem que pensar nela na hora da pesquisa. Nessa fórmula você uni 4 fatores que iguala a venda.
Depois de mostrar a fórmula, vou mostrar um exemplo prático disso. Porque teoria sozinha equivale a merda!
Problema Urgente + Promessa Única + Prova Inquestionável + Proposta Amigável = Venda.
Toda copy, para converter, precisa seguir essa fórmula.
Primeiro você busca identificação com o lead ao apresentar um problema que incomoda ele.
Depois você promete uma solução, essa solução deve conter seu mecanismo único, o que te diferencia do seu concorrente.
Em terceiro seu lead está desconfiado de você, então você precisa provar de forma inquestionável que seu mecanismo funciona.
Para terminar, quando você apresenta a prova ele fica com vontade de testar o mecanismo e você precisa ajudá-lo a tomar essa atitude para isso você precisa colocar na frente dele uma proposta fácil de aceitar.
Vamos a um exemplo:
Digamos que você é criança e quer vender minhocas para pescadores em um lago perto do seu bairro.
Como você escreveria um anúncio seguindo a fórmula acima?
Gary Bencivenga, o criador dessa fórmula e um dos maiores copywriters do mundo, escreveu esse anúncio para essa situação:
“Minhocas das redondezas pegam mais peixes”
(Aqui o problema está implícito: ir pescar e não pegar peixes. A promessa e o mecanismo único totalmente explícito: Se você usar minhocas que nascem perto do rio elas têm mais chance de atrair os peixes.)
Depois precisa vir a prova e a proposta.
Prova: Ele colocou fotos de pescadores locais com peixes enormes nas mãos.
Proposta: Para deixar fácil de aceitar ele fez uma caixa por 2 e 3 por 5, e se comprar 3 ou mais caixas de minhocas você ganha um mapa das melhores localidades do lago para pescar.
E assim ele fez um anúncio muito melhor que 99% dos publicitários e copywriters por aí.
Como minha newsletter no Substack me deu uma renda de R$5 mil por mês
Essa é a centésima edição da nectar letters. Já foram 100 artigos escritos em 1 ano e 5 meses.
Eu não imaginava que essa newsletter seria o meu maior ativo digital quando eu comecei lá em novembro de 2024.
Mas de todas as coisas que eu já tentei na internet ela foi a que mais me gerou frutos.
Primeiro porque eu aprendi muito com ela, e foi através desse aprendizado que eu consegui essa renda de 5 mil por mês.
A primeira coisa que aprendi foi constância e isso me trouxe todos os outros benefícios.
Quando comecei me comprometi a escrever duas edições por semana, e foi isso que fiz. Quando você escreve bastante naturalmente seus textos ficam mais interessantes.
Você pega senso de ritmo, você percebe quando o texto ficou chato, você consegue prender a atenção do leitor.
E esse conhecimento empírico fez eu conseguir meus primeiros 100 assinantes em menos de um mês.
Muitas pessoas vinham me falar que meus textos eram diferentes, que os parágrafos mais curtos deixam mais fluida a leitura.
Que o jeito que eu contava as histórias prendia a pessoa até o final.
E foi aí que veio o aprendizado que mais me rendeu dinheiro:
Eu percebi que contar histórias em um ritmo bom, fazia as pessoas continuarem lendo meus textos.
Tornava o texto “gostoso de ler” como muitos vieram me falar.
Então resolvi aprimorar minha habilidade de storytelling… Comprei livros como Storynomics e storytelling.
Estudei a jornada do herói com filmes como Star Wars, rei leão, central do brasil e outros…
Já em Janeiro de 2025 eu comecei a oferecer meus serviços de copywriting aqui na minha newsletter…
Em fevereiro consegui o emprego em uma agência de marketing porque o dono leu um de meus textos e gostou.
Ao longo de 2025 eu fazia alguns freelas aqui e ali… Todos os clientes vinham através dessa newsletter.
Até que em Outubro de 2025 o substack se provou ser uma mina de ouro para quem quer ganhar dinheiro escrevendo (principalmente se for escrita para marketing)
Uma vaga para copywriter abriu em uma empresa gigante do digital que vende para público-frio, isso quer dizer que anúncios é a principal fonte de receita deles.
Quando eu me escrevi para a vaga eu coloquei algumas coisas que eu já tinha escrito e deixei como destaque principal, para mostrar minha competência, essa newsletter aqui.
Essa foi a melhor escolha que já fiz, porque entre 300 candidatos eu fui um dos 4 que foram contratados.
O Head de Marketing me considerou o melhor entre os 4 “Talvez por você escrever a newsletter, sua escrita é a mais fluida entre todos. Não é segredo que estou muito satisfeito com seus anúncios”
Esse é o quinto mês que estou na empresa e nesse meio tempo já recebi dois aumentos de salário, chegando em uma renda de 5 mil.
Isso porque meus anúncios vendem!
Não existe outro motivo: Resultados geram receita… Se seu anúncio vende você é recompensado.
E adivinha só o tipo de anúncios que eu escrevo que mais vendem?
Sim, é o padrão de repetindo: Anúncios que contêm histórias.
Umas semanas atrás, eu falei de um anúncio que contou a história da Pepsi e foi o que mais vendeu no mês da empresa toda.
E essa semana eu fiz de novo, só que dessa vez contando a história da Red Bull.
Não existe mais segredo: Histórias bem contadas vendem!
E foi juntando o conhecimento que eu consegui pela newsletter, pelos livros que eu li e agora pela empresa onde eu trabalho que eu montei algumas técnicas que eu dei o nome de “histórias que vendem”.
São obviamente técnicas de storytelling.
E são essas técnicas que eu uso aqui na newsletter, que eu uso nos meus anúncios e que, como você já deve esperar, fazem as pessoas comprarem.
E se você quiser ter acesso a essas técnicas de storytelling, clica no link aqui pra poder adquirir o meu livro “Histórias que Vendem”.
Você lê esse livro em um dia.
E eu quero fazer um desafio. Compre o livro, leia ele amanhã e depois de amanhã venha ler essa edição de novo.
Você vai ver várias técnicas sendo aplicadas aqui.
Analisando uma copy de 11 milhões
Não é segredo que eu sou fã do Gary Bencivenga.
Ele é um dos maiores copywriters do mundo, e nas últimas newsletters eu acho que eu falei dele em todas.
Se tem alguém que me influencia no jeito como eu escrevo, essa pessoa é o Gary Bencivenga.
Bencivenga fez um seminário em 2005, que pouquíssimas pessoas viram, mas é considerado por copywriters como o melhor seminário de marketing já ministrado.
Bem, eu consegui as gravações desse seminário. Como forma de estudar, ele eu tô fazendo cortes das aulas e postando no YouTube.
Eu já postei duas aulas no meu canal do YouTube e ontem saiu a terceira aula.
Se você quiser ver, a aula fala sobre quatro tipos de headline que faz o público ler sua cópia inteira até o CTA, até a oferta.
Então clica no link aí abaixo e vai estudar, cara.
gancho da semana (a validação do formato)
Como eu já disse nessa newsletter e escrevi numa newsletter passada, eu escrevi o anúncio que mais vendeu no mês dentro da empresa.
Acontece que eu escrevi outro anúncio e ele também foi campeão e segue o mesmo formato.
O formato é simples: você conta uma história no começo e conecta a moral dessa história com alguma característica do seu produto.
A história que eu contei naquele anúncio que mais vendeu no mês foi a história da Pepsi. Quando eles fizeram um teste cego entre Coca-Cola e Pepsi e 60% das pessoas escolheram Pepsi.
Eu conectei isso com que o produto da empresa em que eu trabalho as pessoas podem testar antes de se comprometer em comprar.
Porque o produto é tão bom que, quando a pessoa testar, ela vai querer continuar usando ele.
Bem, eu peguei esse mesmo formato e contei a história da Red Bull, que a Red Bull fazia praticamente a mesma coisa.
Eles distribuíam latinhas de graça em faculdades e festas, e as pessoas depois iam recomprar Red Bull porque gostavam do produto.
E eu falei de novo que o produto da empresa onde eu trabalho você pode testar de graça, pra depois pensar se vai pagar ou não. E você vai querer pagar porque você vai gostar do produto.
Esse princípio de conectar a moral da história com a característica do produto é uma das técnicas que você vai aprender a aplicar se ler o capítulo 4 do meu livro “Histórias Que Vendem”.
Abraços,
Guilherme Lago.


